220 anos depois, STF e mídia prostituída invejam a corte que condenou os “Inconfidentes” e enforcou Tiradentes.


Estou triste, solidário aos companheiros Dirceu, Genoíno e Delúbio, e me sinto condenado também.

A condenação e o sarcasmo de ministros como Marco Aurélio Melo, pouco diferem do texto que copiei do link http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20081003173259AA43GD7 e colo abaixo.

Assim como o referido texto abaixo, os ministros e a mídia prostituída que condenam os petistas traduzem o medo que sentem ao pensar que nosso país mudará radicalmente para melhor se muitos brasileiros vierem a compreender o pragmatismo que levará a massa a lutar pelas necessárias transformações, especialmente das leis criadas para manter o povo dependente da classe historicamente dominante.

Eis o texto da condenação do primeiro mártir da independência do Brasil, que um dia foi considerado bandido e em outro passou a ser herói nacional: Qualquer semelhança com as condenações do STF de hoje não é mera coincidência — é repetição da história.

Assinada no Rio de Janeiro, no dia 19 de abril de 1792, esta foi a sentença do Tribunal de Alçada relativa a Tiradentes:

“Portanto condenam o réu Joaquim José da Silva Xavier, por alcunha o Tiradentes, alferes que foi da tropa paga da capitania de Minas, a que com baraço e pregão seja conduzido pelas ruas públicas ao lugar da forca, e nela morra morte natural para sempre, e que depois de morto lhe seja cortada a cabeça e levada a Vila Rica, aonde em o lugar mais público dela será pregada em um poste alto até que o tempo a consuma; o seu corpo será dividido em quatro quartos e pregados em postes pelo caminho de Minas, no sítio da Varginha e de Cebolas, aonde o réu teve as suas infames práticas, e os mais nos sítios de maiores povoações, até que o tempo também os consuma. Declaram ao réu infame, e infames seus filhos e netos, tendo-os, e seus bens aplicam para o fisco e câmara real, e a casa em que vivia em Vila Rica será arrasada e salgada, e que nunca mais no chão se edifique, e não sendo próprias, serão avaliadas e pagas ao seu dono pelos bens confiscados, e no mesmo chão se levantará um padrão pelo qual se conserve em memória a infâmia deste abominável réu.”

A história se repete para que ninguém ouse pensar em um país soberano e independente.

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